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The Legend of Zelda: The Wind Waker HD
escrita por Carlos Eduardo Netto Alves

Se The Legend of Zelda: Wind Waker HD pudesse ser resumido em uma frase, essa seria: “voltar para casa”.

Não porque Link busca por sua irmã e, para isso, terá de afastar o mal que assola a alagada Hyrule, a fim de estabelecer a ordem e permitir seu regresso ao lar. Não se está aqui se referindo ao personagem principal do jogo, mas ao próprio jogador que já se aventurou pelas águas tortuosas de Wind Waker mais de 10 anos atrás no Gamecube.

Quem já jogou Wind Waker antes, ao tentar essa nova incursão encontrará tudo que já conhece, tudo que lhe agrada e conquistou da primeira vez, em um grau incrível de familiaridade. Isso se deve ao fato de o game ser exatamente o mesmo lançado originalmente para o cubo roxo da Nintendo, com pequenos ajustes.

Isso é ruim? De forma alguma.

Isso é o paraíso? Bem, se você é daqueles jogadores que sempre espera uma novidade em cada reencarnação de seus jogos favoritos, talvez o que Wind Waker HD traz de diferente não lhe satisfaça.

Antes de mais nada, é preciso rememorar que se está falando de um game que recebeu nota 10 da maioria das publicações especializadas, mundo afora, inclusive levando para casa o score perfeito 10/10/10/10 da reconhecidamente “enjoada” Famitsu. Então, parte-se do pressuposto de que ruim o game não é.

Tendo isso em vista, bem como que o game mudou nada em relação ao enredo, trilha sonora original, modelagem de cenários e personagens, já se adianta que não há condições de se atribuir nota inferior a 10, simplesmente porque o game, além de trazer de volta tudo que conferiu os louros da nota perfeita, aperfeiçoou aquilo que, para alguns, embora não lhe diminuísse o valor, poderia tornar a experiência ainda melhor.

Como já noticiado aqui, várias pequenas coisas foram alteradas no jogo, para adaptação ao presente e aos anseios daqueles que já conhecem o game de cima a baixo.

As alterações realizadas permitem dizer que Wind Waker HD teria um nome mais apropriado se chamado de Wind Waker HQ (high quality). Isso porque não se realizou um upgrade só nos gráficos (leia-se, aumento de resolução e melhora nas texturas – os cenários parecem pintados a tinta, não de forma impressionista como em Skyward Sword, mas películas originais de desenhos animados -, pois, não dá para perceber aumento na contagem de polígonos), mas em vários detalhes do jogo, por exemplo:

A trilha sonora, embora seja a mesma do original, ganhou instrumentos digitais mais realistas em seus arranjos (não há música orquestrada realmente, mas um midi de altíssima qualidade).

Por seu turno, a precisão dos controles, especialmente do analógico secundário, está significativamente melhor e a adição do uso do giroscópio para mirar facilitou bastante as coisas. A possibilidade de se mover e usar itens, enquanto na visão em primeira pessoa, é bem divertido, mas não adiciona muito à experiência em si. É possível jogar tanto com o gamepad quanto com pro controller. Com o primeiro, você tem o menu do jogo sempre à mão, podendo escolher itens, ver mapas a qualquer momento (só faltou a opção de fazer anotações com a stylus, como se pode fazer em Phantom Hourglass e Spirit Tracks para NDS). Com o segundo, você joga como fazia no original, tudo na tela da TV. Ainda há a opção off-tv, em que, no gamepad você joga como no original, mas fora da TV, claro.

Como ponto mais notável, a marcha do jogo (conhecida como "pacing") foi revista. Nos fóruns dedicados à série Zelda, era recorrente o registro de reclamações do tipo “ah, ficar navegando por tanto tempo cansa”, “é um saco ter quer ficar tocando a música dos ventos toda vez que preciso mudar a direção” e “por que eu não posso deixar mais de uma foto por vez para criar as figuras colecionáveis do Nintendo Gallery?”.

Para resolver essas questões, a equipe de Aonuma deu uma afinada no “pacing” do jogo, a fim de não tornar a experiência enfadonha para alguns. Acrescentaram ao game uma nova vela para se usar no seu barco, a qual permite se locomover mais rápido e, não importa para que lado você vire, o vento te acompanhará.

No side quest do Nintendo Gallery, agora você pode levar várias fotos de uma vez para o artesão montar suas figuras colecionáveis. Aliás, agora cabem mais fotos na sua câmera e, no momento que você dá o clique já fica sabendo se foto está suficientemente boa para permitir a criação da figura pelo artesão (porque era frustrante conseguir a foto daquele personagem difícil, não ter mais espaço na câmera para levar mais de uma pose e chegar ao artesão para ele rejeitar sua foto por não estar boa).

Aos amantes da “pescaria com garras”, o tempo para se alcançar o fundo do mar foi reduzido e se, no processo, você for atingido por inimigos, não haverá mais imediata queda de dentro do barco, mas apenas danos à saúde (o que foi muito bem vindo, pois realmente era chato você ser jogado do barco a cada simples toque de um inimigo no mar).

Como se observa, o time de desenvolvimento descartou a ideia de modificar a história, colocar ilhas que ficaram de fora da versão original (como queriam alguns) e concentraram esforços em pegar aquilo que já era excelente e amado pelo público e tornar mais intuitivo, ainda mais prazeroso. Wind Waker HD é um verdadeiro afinamento do jogo original.

Ótimo. Para quem já conhece o jogo de cor e salteado, tudo que foi dito até aqui fez todo o sentido. Todavia, não se pode olvidar que o lançamento de Wind Waker HD não visava apenas o efeito nostálgico, mas conquistar um novo público, que não teve a oportunidade de jogar Wind Waker original, à época.

Para estes, faz-se importante analisar o jogo como se fosse inédito. Portanto, se você já conhece tudo sobre o enredo e os detalhes do jogo original, pode pular uns vários parágrafos dessa análise, indo direto para o ponto referente à interatividade online.

Pois bem. O enredo que Wind Waker HD foge um pouco do padrão “salve a princesa”, dando espaço para o estilo “salve sua irmã”. Pode parecer bobo e “a mesma coisa”, mas não. Isso traz algumas reviravoltas na narrativa, que deixam a história bastante interessante.

A lenda começa na ilha Outset, onde Link reside com sua avó e sua irmã. Tem-se que, a comunidade local guarda um costume bastante peculiar: quando os meninos atingem a mesma idade do “Herói do Tempo” (sim, aquele mesmo “menino sem fada” de Ocarina of Time), eles ganham de suas familiares uma túnica verde e a devem usar durante o dia de seu aniversário. Como já se deve ter antecipado, o jogo começa exatamente nesse dia.

Por ser o aniversário de Link, ele ganha emprestado de sua irmã um telescópio, através do qual ele percebe a presença de um pássaro gigante (não é um Loftwing, não se anime) que carrega uma menina em suas garras. Ao seu encalço, segue um navio pirata, que lança um projétil, que vem a atingir o grande pássaro, fazendo com que a menina caia na mata no topo da colina.

Após aprender os comandos do jogo (como usar a espada, a luneta e alguns outros comandos que todo jogo Zelda tem), o jogador vai ao topo da colina para resgatar a tal menina lá perdida. No caminho, o jogador tem a oportunidade de treinar as técnicas de combate recém adquiridas. Tão logo resgatada a desconhecida, quando tudo parece resolvido (mas em se tratando de pouco mais de 10 minutos de jogo, é presumível que o pior ainda estava por vir), eis que ressurge o grande pássaro e leva embora ninguém menos que a irmã de Link. Pronto, a encrenca está estabelecida e, por óbvio, cumpre a Link resgatar sua pobre e indefesa irmã sequestrada.

Claro que, para isso acontecer, muita água vai rolar (sem trocadilho com o grande mar), a história vai se mostrar muito maior que o simplório resgate de Aryll (a irmã de Link) e é exatamente isso que deixa tudo bastante interessante.

Paralelo ao enredo principal, ainda, como de costume, você pode embarcar (literalmente) nas histórias de vários outros personagens e conhecer tudo sobre eles, tornando a jornada cada vez mais divertida e familiar. Fotografia, leilão, polícia e bandido, pescaria, batalha naval, troca de itens colecionáveis, coleta de joias, são apenas algumas das brincadeiras disponíveis.

É importante anotar que Wind Waker foi lançado, originalmente, logo após Ocarina of Time e Majora's Mask, de modo que os comandos fazem grande referência à mecânica de seus antecessores. Ações com música estão lá, mas, em vez de se usar uma ocarina para executar as tarefas, agora esta dá lugar à batuta dos ventos (Wind Waker) que dá nome ao jogo.

O campo de Hyrule foi substituído pelo grande mar e a Epona pelo barco conhecido como Rei dos Leões Vermelhos (King of the Red Lions). As raças encontradas nas ilhas, embora bastante diferentes das conhecidas em Ocarina of Time (com exceção de alguns Gorons disfarçados), guardam relação direta com elas, de modo que, quem conhece bem os capítulos anteriores a Wind Waker vai se encantar com as conexões entre os enredos.

A aventura em si é épica, os templos e calabouços a serem explorados são muito bem elaborados e permitem o uso dos diversos itens encontrados ao longo da jornada, sempre com relevo para algum item em específico, recém-adquirido. Todavia, o balanceamento do uso desses itens é bom, não deixando que fiquem esquecidos por completo posteriormente ao local onde foi encontrado.

Os personagens secundários que auxiliam o jogador no desenvolvimento da trama - destaque para Tetra e seu grupo de piratas, o Rei dos Leões Vermelhos (que funciona como sua “fadinha”), Makar, Medli e, claro, Tingle – incutem na narrativa um ambiente de amizade ímpar, afastando um pouco a comum visão do herói solitário, o que não seria muito difícil de sentir na imensidão azul do mar.

A veia cômica dos jogos da série continua viva em Wind Waker e, em função do estilo gráfico, que remete aos desenhos animados, foi levada ao extremo, registrando, pelo menos aos olhos deste redator, as passagens mais engraçadas de toda a série (quando chegar ao Forsaken Fortress pela primeira vez, você vai entender do que estou falando).

Por falar em estilo gráfico, além do tratamento para aumento da resolução do jogo, foi dispensada muita atenção aos efeitos de luz, partículas (água, poeira e fumaça) e, principalmente, à pintura dos cenários. A versão original já era linda, mas agora, os cenários parecem preenchidos por tinta. Parecem verdadeiras pinturas interativas. Foi interessante o trato dado, nesse quesito, pois melhorou o aspecto de Wind Waker sem parecer querer pegar carona na beleza de Skyward Sword, pois cada um apresenta um estilo de pintura único.

Conforme já falado acima, a trilha sonora do jogo é a mesma do original, com tratamento no que se refere aos instrumentos digitais. Não se pode, todavia, deixar de comentar que a trilha é fantástica e perfeitamente amoldada às cenas e ambientes em que se executa. É bem difícil não se emocionar em vários momentos do jogo (felizes, engraçados, tristes ou de tensão), por força da música. Cada acorde, cada nota, cada ritmo foi cuidadosamente selecionado para se integrar à própria experiência do jogo.

Algumas das músicas aprendidas durante o jogo apresentam a mesma armadura (mesmo ritmo e tom, para explicar de forma bem simplória), para poderem ser executadas em conjunto, formando uma única música. Isso não é aleatório, faz parte da própria trama do jogo, que demanda essa união. É um trabalho primoroso. Na verdade, a música tem um papel bem importante durante todo jogo, já que você é o maestro dos ventos e, convenhamos, maestro sem música é só um mímico, de sorte que não faria sentido se a música fosse só plano de fundo do game.

Uma adição interessante a Wind Waker HD, motivada pela extirpação do Tingle Tuner (que era um acessório acessado pelo Gameboy Advance, que permitia a participação de um segundo jogador), foram as “tingle bottles”. Na prática, nada mais são do que posts na comunidade Wind Waker HD do Miiverse, mas que podem ser acessadas dentro do próprio jogo, que se apresentam como garrafas jogadas ao mar. Parece uma coisa simples e sem função, mas não. É muito divertido ver como os outros jogadores estão lidando com o game, onde estão já e como eles veem o mesmo mundo em que você está. É muito interessante observar detalhes que outros perceberam e registraram em fotos (sim, é possível mandar fotos e textos digitados ou escritos com a stylus) – que você não tinha prestado atenção – bem como é bem útil, no exato momento em que você está empacado atrás de algum item importante, alguém (com aviso de spoiler, claro) te mostra como fazer para seguir em frente.

Essa simples ferramenta trouxe um ar de comunidade completamente novo para a série e, acredite, vicia. Você pode estar com o cronômetro correndo por algum motivo, mas ao ver um brilho específico, no meio do oceano, você vai, invariavelmente, mudar sua rota, só para passar no local da garrafinha, para a pegar.

Mais legal que receber as mensagens, é as mandar. Você pode fazer fotos dos lugares e pessoas e pegar autorretratos também (bem ao estilo fotos de redes sociais). O engraçado é que, com o direcional em cruz e combinações dos botões L, R, ZR e ZL, você pode mudar a expressão facial de Link, para dar a tônica da foto que você está mandando, ou apenas ser engraçado, já que as caretas de Link são impagáveis.

Com isso, o jogador não percebe que passa horas e mais horas dentro do jogo, pois sempre há algo a se ver ou mostrar. É bem verdade que não passa de uma interação online bem limitada, mas não menos divertida e interessante. Além disso, o Tingle Tuner, embora também fosse bem legal, era pouco usado, pois o jogador precisava ter, além do Gamecube e do jogo, mais um Gameboy Advance e o cabo conector, ou seja, era uma interação bastante cara.

“Mas a Nintendo poderia reprisar essa interação com um Nintendo 3DS/2DS ou com o próprio gamepad, caso o player 1 usasse um pro controller”, você pode estar pensando, e com razão. De toda sorte, não há como saber porque motivo se entendeu melhor sacrificar a opção em favor das tingle bottles. Para alguns não faz a menor diferença, porque nunca usou o tuner, mas para outros, foi um corte sentido.

Enfim, Wind Waker HD mescla muito bem o original com o novo, dá novas opções àqueles que achavam que Wind Waker tinha problemas de pacing e precisão, traz ideias discretas mas muito interessantes para melhorar a experiência (inclusive online), mas, permite que, quem achava que estava bom como estava, ignorar todas essas adições e seguir seu curso da mesmíssima forma que fez na versão original, já que ninguém é obrigado a usar qualquer dos novos elementos (vela mais veloz, movimentação em primeira pessoa e mira com giroscópio, por exemplo) para se divertir.

Se o propósito da equipe era oferecer o mesmo Wind Waker que conquistou tantos fãs, mas deixar a experiência mais fluida e bela...missão cumprida. Wind Waker HD é o jogo obrigatório não só para fãs de Zelda, mas para todo gamer.

-- Resumo --
+ campanha mais fluida;
+ controles precisos; 
+ diversas opções de controle;
+ narrativa intacta;
+ belas texturas, não apenas HD, mas com aparência de pintura;
+ adição das tingle bottles como interação online;
+ hero mode para os jogadores mais experientes.

- remake, sem adição de novas ilhas ou sidequests;
- ausência de aumento na contagem de polígonos;




10,0


comentários
Tonk
25/12/2013 às 21:52
Vai ser muito chato jogar esse game sem ter uma legenda em PT , pocha Nintendo , faz um remake de um jogo de 2002 para 2013 sem uma legenda em PT ? .
D2Boy
05/12/2013 às 11:37
Eu nunca tive um console da Nintendo para jogar os grandes jogos dela mas agora eu terei a oportunidade de jogar porque semana que vem eu vou comprar o meu Wii U e além de jogar jogos das produtoras third parties e eu também jogarei os jogos memoráveis da Big N e The Wind Walker HD será um deles é um jogão em todos os sentidos e eu terei a oportunidade de joga-lo.
Slayer
24/11/2013 às 22:36
Peguei meu Wii U versão especial do Zelda Wind Waker a pouco tempo.
Gostei da análise, me atiçou ainda mais a joga-lo, já que sequer joguei um Zelda inteiro até hoje.
Ein's
18/11/2013 às 23:43
Não tive chance de ter um Cubo nem de jogar o WW no meu Wii... Até tentei no emulador, mas não vingou. Agora no fim desse mês pego o Wii U já com ele e finalmente vou conseguir jogar o que parece ser um jogaço.
O Hobbit
16/11/2013 às 22:59
É um dos únicos Zeldas que eu só zerei uma vez... Quando comprar o HD, pretendo zerar a versão normal e depois o Hero Mode. Zelda é viciante, não tem como cansar
vatto
12/11/2013 às 11:34
Eu não tinha jogado o do GameCube, então para mim foi um lançamento. Com isto em mente, minha opinião é muito parecida com o do revisor.
É um ótimo Zelda, muito na linha do OOT e MM, com muita coisa de exploração (que não é minha praia, mas eu sei que é legal) e tanto os chefes quanto as dungeons são bem divertidos. Vindo de TP e SS, me fez lembrar o quanto eu gosto de TP, mas WW realmente me convenceu a jogar uma segunda vez, coisa que raros zeldas conseguiram.
Jaime88
05/11/2013 às 09:20
Já citei isso em outros tópicos, eu ainda não havia jogado a versão de cube... Época de vacas magras, faculdade, 'escrágio", não tinha como comprar o meu amado cubo da Nintendo.
Carlos Eduardo, parabéns pela análise (apesar de que não a li na integra, por sua própria recomendação... ).
@Ledig, sei que irá esperar uma promoção, mas NÃO FIQUE SEM ESSE JOGO!!!
O maior ponto em comum, que vejo nos comentários negativos aqui é a comparação.
Comparação com outros TLoZ. O Wind Waker foi uma aposta ousadíssima para a época, com gráficos em Cell Shading (que virou moda após justamente o WW ), estilo cartoon e uma proposta de jogo até então inédita na séria. Tem que se apreciar o game com a mente liberta. As mecânicas lembram muito o Ocarina of Time (O melhor game de todos os tempos) e Majora's Mask, só isso já vale o ingresso.
Ainda não fechei o jogo, pois preciso de tempo... Felizmente, minha férias está chegando...
Ledig
04/11/2013 às 17:05
Zerei o de Gamecube no Wii uma vez, mas foi as pressas ja que peguei o jogo emprestado com um amigo e tinha que devolver logo.
Adoraria comprar o Remake e aproveitar totalmente o jogo, explorando todas as ilhas e fazendo todas as sidequests. Mas ainda acho que não pagaria os 50$, provavelmente quando sair uma promoção eu compro.

Mas o Remake está realmente MUITO bom, fizeram um belo update grafico, e as pequenas melhoras no controle fazem uma diferença enorme xD.

Realmente pra mim a unica mancada foram ter tirado o Tingle Tuner, como a propria analise mencionou, podia usar o DS/3DS ou Gamepad com o segundo player, mas, fazer oq.
ironmateus
04/11/2013 às 15:02
Wind Waker é muito bom. Joguei ele depois de ter jogado Twilight Princess e antes do Skyward Sword. Dentre esses três foi o que mais gostei de jogar, seguido de muito perto pelo TP.
marcos_calvet
04/11/2013 às 09:40
@WTF Ivysaur Só lamento por você, esse jogo é perfeito! Vc deveria ter jogado ele quando lançou p q era a coisa mais lindo do mundo e os puzzles eram inovadores, hj em dia já copiaram tudo dele, por isso vc achou sem graça!
marcos_calvet
04/11/2013 às 09:38
Comprei a versão de Colecionador com o Gonondorf! Lindo d +!
marcos_calvet
04/11/2013 às 09:37
Spoiler do final do jogo na primeira frase!!! hahahahahahah A pessoa vai ler a análise pra decidir se vai comprar o jogo e já sabe o final mais importante. fail
Arus
04/11/2013 às 09:37
vou bater na mesma tecla, vou dizer a mesma coisa que dizia nas noticias desse jogo
essa versao melhorou varias coisas que eu nao gostava na versao original, mas meu "trauma" foi tao grande que nao quero rejogar
considero o pior zelda 3d, o mais chato e monotono
ate recomendo pra quem nunca jogou, mas eu nao rejogarei
Rave Master
04/11/2013 às 09:36
Já joguei WW no GC, mas infelizmente só consegui jogar pela metade, pois na época eu somente alugava jogos e não deu tempo de explorar todo os dungeons, mas hj, agora terei como comprá-lo e zerar ele.
WTF Ivysaur
03/11/2013 às 21:49
Obviamente o site existe para ajudar e entreter seus usuários, já que como você falou, não deve ser por dinheiro.

Eu sou um usuário. Se eu não der sugestões, reclamações ou qualquer tipo de feedback, como posso ajudar o site a ir para frente? Não estou justamente ajudando o site com o seu objetivo?


Só reclamo por onde passo? Sim. Não vou ficar falando "PARABÉNS WII BRASIL PELA ÓTIMA NOTÍCIA!!!" 99% dos das notícias. Quando vejo algo surpreendentemente bem feito, também falo.

Podemos ficar fingindo que tudo aqui tá perfeito e não tem nada a melhorar. Mas estaríamos enganando o Wii Brasil e a nós mesmos. Não vejo sentido nisso.

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