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análise › 3ds 
SteamWorld Dig
escrita por Thales Nunes Moreira

Qualquer jogador de Minecraft já leu ou ouviu a seguinte expressão: "Nunca cave para baixo!". Bem, em Steamworld Dig, você apenas cava para baixo. Para os lados e para cima também, é verdade, mas principalmente para baixo. Felizmente, não há poços de lava.



Ao chegar na pequena e decadente cidade de Tumbleton, Rusty, um robô minerador, encontra o seu tio, dono de uma mina, morto. Rusty então decide explorar a mina para descobrir as circunstâncias da morte do seu tio e ajudar a cidade no processo. É uma história não muito criativa e que se torna levemente interessante devido ao cuidado visual do título, dando personalidade aos pouquíssimos personagens apenas pelo seu traçado.
 
A picareta é a sua ferramenta inicial e usá-la é instantaneamente recompensador. O som do instrumento batendo na rocha e as rachaduras que vão se propagando pelo material até que ele se quebre propocionam um retorno imediato e satisfatório para a ação realizada. Da mesma forma, quando Rusty tem acesso a uma perfuratriz, o ronco do motor é fundamental para que a ação de cavar seja atrativa e se mantenha assim durante o jogo. 
 
Cavar é, de fato, divertido em SteamWorld Dig, assim como vender os minerais preciosos e então usar o dinheiro para comprar melhorias e itens acessórios, como dinamite ou uma picareta mais forte. O único problema nesse processo é morrer após ter cavado algumas centenas de metros e não ter um ponto de retorno, como um cano ou teletransporte, próximo. Os minerais carregados no momento da morte ficam no lugar onde você os deixou, mas o processo de chegar até lá e ainda ter que subir para vender, por vezes, se torna tedioso. Por outro lado, os controles refinados compensam um pouco esse aspecto, bem como saber que aquele outrora pequeno túnel agora é uma caverna gigantesca por obra (basicamente) sua.
 
 
 
Rusty também encontra diversos apetrechos deixados por seu tio ao longo da descida, os quais são voltados para a navegação, como as botas que permitem pulo duplo ou o propulsor hidráulico para um pulo mais alto, em vez de serem concebidos para resolução de enigmas ou algo do tipo. Em outras palavras, não mudam o jogo, mas tornam a vida de Rusty bem mais fácil.
 
Competente, SteamWorld Dig chega, cumpre o seu dever e sai da memória tão rápido quanto entrou. Cavar por três horas e meia pode ser divertido, mas, no fim, é apenas cavar.  
 
-- Resumo --
+ Cavar...
 
- ... é apenas cavar.




6,0


comentários
Horokeu
24/10/2014 s 07:24
Resenha rasa pra compensar a profundidade do game
DanieU
13/09/2013 s 14:01
Acho que o cara não entendeu o jogo. Só pode.
daniel neves
12/08/2013 s 20:19
vou dar chance ainda assim
LinkJr Rezende
12/08/2013 s 13:43
Pretendo comprar, achei 6 pouco perto da maioria dos outros reviews que li, mas compreendo a nota, uma vez que a impressão depende da pessoa que joga, mas creio que interessante do jogo é a exploração e a descoberta de coisas novas, mesmo que essas coisas novas nem sejam lá tão uteis ou mudem o jogo.

Porém a duração é um problema, porque esses jogos de descoberta raramente são legais de se jogar multiplas vezes, porque daí você já sabe de tudo o que tem pra descobrir...
Shin
12/08/2013 s 08:58
Hum...06/10. Eu esperava mais mas ainda sim fiquei com vontade de conferir o jogo. Só estou achando ele bem caro (R$19,90) para um jogo de apenas 4hs como foi citado na análise!
ferrers405
11/08/2013 s 21:20
isso que o jogo tem notas melhores e reviews mais favoráveis em outros sites, bom não joguei ele, mas é "meio" chato só cavar por 4 horas...

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